Investir em equipamentos para movimentação de cargas não deve ser analisado apenas pelo valor de aquisição. É importante entender quanto a solução pode gerar de economia, produtividade e segurança para a operação.
O ROI (Retorno sobre o Investimento) pode ser calculado pela fórmula:
ROI = (Ganho obtido – Investimento) ÷ Investimento × 100
No caso de uma ponte rolante, o ganho pode estar relacionado à redução do tempo de movimentação, menor necessidade de movimentação manual, redução de paradas e melhor aproveitamento da equipe e do espaço industrial.
Por exemplo, se uma empresa investe R$ 300 mil em uma ponte rolante e estima ganhos de R$ 25 mil por mês, o payback aproximado seria de:
R$ 300 mil ÷ R$ 25 mil = 12 meses
Ou seja, o investimento poderia ser recuperado em aproximadamente um ano.
Ponte rolante, braço giratório ou monovia?
A melhor solução depende da operação.
A ponte rolante é indicada para movimentações de cargas em diferentes pontos de uma área industrial, sendo uma solução bastante utilizada para cargas pesadas e operações frequentes.
O braço giratório pode ser mais adequado para movimentações localizadas, como o abastecimento de máquinas ou transferência de cargas entre postos de trabalho.
Já a monovia pode atender operações em que as cargas precisam seguir um percurso definido dentro da linha de produção.
Por isso, antes de escolher o equipamento, é importante avaliar peso das cargas, frequência de movimentação, percurso, espaço disponível e características da operação.
O retorno vai além do dinheiro
Uma solução adequada de movimentação também pode contribuir para:
- Aumentar a produtividade;
- Reduzir o tempo de movimentação;
- Melhorar a organização da operação;
- Reduzir determinados riscos de movimentação manual;
- Diminuir gargalos produtivos;
- Melhorar o aproveitamento da estrutura industrial.
A FERRO Indústria desenvolve soluções para movimentação de materiais, incluindo pontes rolantes, pórticos rolantes, braços giratórios e projetos especiais, considerando as necessidades de cada operação.
Mais do que calcular o preço de um equipamento, é importante entender quanto ele pode agregar à operação ao longo do tempo.
